FAQ’s


Perguntas Frequentes

27 e 28 de maio de 2026, no Taguspark em Oeiras.

O Summit é uma iniciativa da BIOTA, entidade fundada em 2008, com experiência em biodiversidade, gestão de espécies exóticas invasoras, comunicação ambiental e organização de iniciativas técnico-científicas. A organização é assumida pela BIOTA, em articulação com parceiros institucionais, científicos e empresariais.

As espécies invasoras representam um risco crescente para os ecossistemas, os recursos naturais, as infraestruturas e a atividade económica.
Apesar da dimensão do problema, a resposta continua muitas vezes dispersa, com fraca articulação entre conhecimento, gestão, operação e decisão.
O Summit surge para criar um espaço de convergência entre entidades, promovendo uma abordagem mais coordenada, informada e orientada para resultados concretos no território.

O BIOTA Invasoras Summit não se limita à sensibilização ou à partilha técnica.
Foi pensado como um encontro de natureza estratégica, que aproxima entidades com responsabilidade, exposição ao risco, capacidade de decisão e intervenção no terreno.
Mais do que discutir o problema, pretende criar condições para acelerar respostas, gerar colaboração e apoiar a implementação de soluções com aplicação prática.

O Summit aborda as espécies invasoras enquanto desafio ambiental, territorial e económico, com enfoque em:
• Recursos hídricos, infraestruturas e setores vulneráveis ao risco
• Impactos na biodiversidade, na operação e nos custos de gestão
• Prevenção, monitorização, controlo e resposta no terreno
• Articulação entre conhecimento científico, gestão, regulação e decisão
• Inovação e soluções concretas para implementação

As espécies em foco no Summit podem afetar diretamente setores e atividades como os recursos hídricos, a energia, a agricultura, a navegação, o turismo, a pesca e a conservação da natureza.
Os impactos podem traduzir-se em obstrução e bioincrustração de infraestruturas, degradação ecológica, condicionamento de usos, aumento de custos de operação e manutenção e maior pressão sobre a gestão do território.

• Identificação de soluções aplicáveis ao território
• Ligação entre entidades, projetos e oportunidades de implementação
• Alinhamento de prioridades e compromissos entre participantes
• Base estruturada para decisão, financiamento e implementação

O Summit dirige-se a decisores, técnicos e organizações com atuação direta no território, incluindo Comunidades Intermunicipais e Municípios, entidades públicas com responsabilidade territorial, entidades gestoras e organizações diretamente afetadas pelos impactos das espécies invasoras, empresas com soluções e atuação no terreno, academia e outras entidades relevantes.
A participação faz-se maioritariamente por convite, através das entidades parceiras do Summit.

Não existe inscrição aberta ao público.
Excecionalmente, a BIOTA poderá disponibilizar um número muito limitado de convites individuais, mediante avaliação de enquadramento e disponibilidade.
Caso considere que o seu perfil se enquadra, poderá contactar a organização por email, com uma breve apresentação.

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Sim.
O Summit cria um contexto qualificado para entidades e empresas que pretendam posicionar-se junto de atores com responsabilidade, exposição ao risco e capacidade de decisão, contribuindo com conhecimento, soluções e potencial de colaboração em torno da gestão de espécies invasoras.

As entidades interessadas em associar-se ao Summit poderão contactar diretamente a organização.
A BIOTA analisará o enquadramento da entidade e as suas necessidades de participação, procurando identificar a modalidade mais adequada ao perfil do parceiro e aos objetivos do evento, tendo em conta a estrutura do programa e a disponibilidade limitada de alguns formatos de participação.

Enviar mensagem.

O BIOTA Invasoras Summit terá periodicidade anual. A sua continuidade estará associada à capacidade de gerar resultados, à articulação entre entidades e à evolução das necessidades no território.
A edição de 2026 decorre em alinhamento com a #SEI2026, reforçando uma lógica de complementaridade com outras iniciativas de sensibilização e mobilização em torno das espécies invasoras.

Para a primeira edição, optou-se por um foco delimitado, evitando um evento excessivamente generalista. As espécies selecionadas representam desafios distintos e complementares.
O mexilhão-zebra surge pela ameaça iminente de entrada em Portugal e pela necessidade de agir com celeridade antes da sua instalação. O jacinto-de-água reflete um problema já conhecido, com impactos persistentes e margem ainda significativa para melhoria na resposta. O peixe-gato traz a perspetiva de uma invasão mais recente, associada a outro grupo biológico e a dinâmicas de gestão diferentes. Em conjunto, estas espécies permitem discutir diferentes tipos de impacto, diferentes níveis de progressão e diferentes necessidades de prevenção, controlo e atuação no território.

O BIOTA Invasoras Summit decorre em alinhamento com a #SEI2026, inserindo-se numa lógica de complementaridade com outras iniciativas de sensibilização e mobilização em torno das espécies invasoras. O seu contributo específico é reforçar a articulação estratégica, a aproximação entre entidades e a orientação para implementação.

O Summit foi concebido como um espaço de reflexão e trabalho orientado para articulação entre entidades com responsabilidade, impacto ou atuação direta no território. O modelo por convite permite assegurar foco, representatividade e melhores condições para uma participação útil e orientada para resultados.

Sim.
Para além do programa principal, centrado nas espécies em foco nesta edição, o Summit contará com uma Zona de Exposição onde diferentes entidades poderão apresentar projetos, serviços, produtos e soluções relacionados com espécies exóticas invasoras, incluindo temas que vão além das espécies selecionadas para as mesas-redondas e workshops específicos.
Está também em avaliação a possibilidade de integrar, no âmbito dos workshops, uma sessão em formato pitch dedicada a projetos sobre outras espécies invasoras aquáticas, criando espaço para partilha, inspiração e eventual identificação de temas relevantes para futuras edições.