A ALMINA é uma empresa mineira portuguesa, sediada em Aljustrel, dedicada à prospeção, pesquisa e exploração mineira. No BIS, a sua presença enquadra-se na reflexão sobre sustentabilidade, gestão ambiental e riscos associados a setores industriais com forte ligação ao território, à água e aos recursos naturais.
A Altri atua na produção de fibras renováveis, gestão florestal e valorização de recursos de base florestal, com uma estratégia assente na sustentabilidade e na gestão responsável dos recursos naturais. No BIS, o seu enquadramento cruza biodiversidade, água e risco operacional, pela ligação da sua atividade a recursos hídricos superficiais potencialmente expostos a espécies invasoras aquáticas.
A APAI é a associação profissional, técnica e científica que representa, em Portugal, os profissionais ligados à Avaliação de Impacte Ambiental e à Avaliação Ambiental Estratégica. No BIS, contribui para enquadrar as espécies invasoras como fator relevante na avaliação, prevenção e gestão de impactes.
A BIOTA é uma empresa de consultoria ambiental especializada em biodiversidade e água. No BIS, apresenta a sua experiência em deteção precoce e monitorização de espécies exóticas invasoras, avaliação de impacte ambiental, mobilização de entidades e produção de materiais de comunicação técnica e científica sobre o tema.
A BoomLift disponibiliza equipamentos e soluções técnicas para ambiente, águas e saneamento, incluindo veículos anfíbios e sistemas de corte e remoção de plantas aquáticas. No BIS, traz uma dimensão operacional muito relevante: apoiar municípios, entidades gestoras e operadores na resposta a invasoras aquáticas como o jacinto-de-água, especialmente em lagos, canais, zonas húmidas e áreas de difícil acesso.
A EDP integra a biodiversidade e a gestão ambiental na sua atuação, reconhecendo a dependência das infraestruturas e da produção energética face aos ecossistemas. No BIS, a sua presença é especialmente relevante pela ligação entre espécies invasoras, recursos hídricos, albufeiras e risco operacional.
A EPAL assegura a captação, tratamento, transporte, controlo e fornecimento de água, tendo a qualidade e proteção do recurso hídrico como prioridades centrais. No BIS, representa um setor diretamente exposto aos riscos das invasoras aquáticas, em particular quando estas afetam captações, sistemas de abastecimento e ecossistemas de água doce.
A GO’WE atua nas áreas da educação, inovação e formação, desenvolvendo projetos pedagógicos, capacitação da comunidade escolar, conteúdos educativos e iniciativas de intervenção nos territórios. No BIS, a sua presença reforça a importância da educação ambiental, da sensibilização pública e da capacitação de diferentes públicos, aproximando conhecimento científico, comunicação e mudança de comportamentos face ao desafio das espécies exóticas invasoras.
O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas é a entidade pública responsável por acompanhar e assegurar a execução das políticas de conservação da natureza e das florestas. No BIS, o seu enquadramento é central pela ligação à biodiversidade, às áreas protegidas e à gestão das espécies exóticas invasoras.
O Instituto Português de Malacologia promove a investigação, a divulgação científica e o estudo dos moluscos em Portugal. No BIS, o seu enquadramento é particularmente relevante pela ligação ao mexilhão-zebra, um molusco invasor com impactos significativos nos ecossistemas aquáticos e infraestruturas.
O LEPI — Learn, Engage, Positive Impact — é um projeto educativo da BIOTA, desenvolvido em parceria com a GO’WE, que reúne jogos e recursos científicos para escolas, famílias e comunidade. No BIS, reforça a dimensão da educação ambiental, comunicação científica e literacia ecológica, aproximando o tema das espécies invasoras de públicos não especializados através de materiais pedagógicos e experiências lúdicas.
A SGS, através do seu Global Biosciences Center em Lisboa, desenvolve soluções de ADN ambiental/eDNA para avaliar biodiversidade de forma sensível, não invasiva e eficiente. No BIS, traz uma ferramenta essencial para a deteção precoce, monitorização e apoio à decisão na gestão de espécies exóticas invasoras aquáticas.
A SPECO — Sociedade Portuguesa de Ecologia é uma sociedade científica que promove o conhecimento em Ecologia e a ligação entre ciência e sociedade. Através da Rede InvECO, tem um papel ativo na sensibilização e mobilização em torno das espécies exóticas invasoras, incluindo na dinamização da Semana sobre Espécies Invasoras.